Eu achava que precisava de mais clique. Mas o problema estava no tipo de clique que eu estava atraindo.
Teve uma época que eu ficava quase obcecada olhando números.
Eu acordava, pegava o celular ainda meio sonolenta, abria o Pinterest e ia direto ver:
• impressão
• salvamento
• clique
• saída
• impressão
• salvamento
• clique
• saída
E quando um pin começava a subir eu já pensava:
“agora vai”.
Mas aí eu abria os resultados depois…
e nada acontecia.
Tinha clique. Tinha gente entrando.
“agora vai”.
Mas aí eu abria os resultados depois…
e nada acontecia.
Tinha clique. Tinha gente entrando.
Mas parecia que tudo morria no meio do caminho.
E sinceramente?
Essa foi uma das coisas mais frustrantes que vivi tentando entender Pinterest.
Porque parecia que eu estava fazendo tudo certo.
O clique parecia bom
Esse foi o problema.
O clique parecia bom.
E quando você olha só número, é fácil se enganar.
E sinceramente?
Essa foi uma das coisas mais frustrantes que vivi tentando entender Pinterest.
Porque parecia que eu estava fazendo tudo certo.
O clique parecia bom
Esse foi o problema.
O clique parecia bom.
E quando você olha só número, é fácil se enganar.
Porque o cérebro automaticamente pensa:
• “as pessoas estão interessadas”
• “o pin funcionou”
• “agora é questão de tempo”
• “as pessoas estão interessadas”
• “o pin funcionou”
• “agora é questão de tempo”
Mas comecei a perceber uma coisa importante:
nem todo clique significa intenção.
Tem clique que nasce só da curiosidade.
E curiosidade sozinha nem sempre leva alguém adiante.
Foi aí que comecei a perceber um padrão
Os pins que mais recebiam clique nem sempre eram os que traziam as pessoas mais interessadas.
Muitas vezes:
o pin chamava atenção…
mas criava a expectativa errada.
A pessoa clicava esperando uma coisa.
Encontrava outra.
E saía.
Foi aí que comecei a entender que o problema não era só o pin.
nem todo clique significa intenção.
Tem clique que nasce só da curiosidade.
E curiosidade sozinha nem sempre leva alguém adiante.
Foi aí que comecei a perceber um padrão
Os pins que mais recebiam clique nem sempre eram os que traziam as pessoas mais interessadas.
Muitas vezes:
o pin chamava atenção…
mas criava a expectativa errada.
A pessoa clicava esperando uma coisa.
Encontrava outra.
E saía.
Foi aí que comecei a entender que o problema não era só o pin.
Era a conexão entre:
• o que o pin mostrava
• o que a pessoa imaginava
• o que ela encontrava depois
• o que o pin mostrava
• o que a pessoa imaginava
• o que ela encontrava depois
Quando isso não encaixa…
o clique perde força muito rápido.
O erro que eu cometia sem perceber
Eu tentava fazer o pin “parar scroll”.
Só isso.
o clique perde força muito rápido.
O erro que eu cometia sem perceber
Eu tentava fazer o pin “parar scroll”.
Só isso.
Então eu exagerava:
• no texto
• na curiosidade
• no impacto
• no visual
• na promessa
• no texto
• na curiosidade
• no impacto
• no visual
• na promessa
E isso realmente trazia clique.
Mas nem sempre trazia a pessoa certa.
Foi quando comecei a simplificar que muita coisa mudou.
Os pins começaram a melhorar quando pareciam mais reais
Mas nem sempre trazia a pessoa certa.
Foi quando comecei a simplificar que muita coisa mudou.
Os pins começaram a melhorar quando pareciam mais reais
Isso me surpreendeu muito.
Os pins que começaram a funcionar melhor eram:
• mais simples
• mais claros
• menos “marketing”
• menos exagerados
• mais parecidos com descoberta real
• mais simples
• mais claros
• menos “marketing”
• menos exagerados
• mais parecidos com descoberta real
Foi quando comecei a perceber que Pinterest funciona diferente de outras redes.
A pessoa não quer sentir que caiu numa propaganda.
Ela quer sentir que encontrou alguma coisa interessante.
E isso muda completamente o comportamento do clique.
Uma coisa que comecei a reparar no meu próprio comportamento
A pessoa não quer sentir que caiu numa propaganda.
Ela quer sentir que encontrou alguma coisa interessante.
E isso muda completamente o comportamento do clique.
Uma coisa que comecei a reparar no meu próprio comportamento
Eu comecei a observar a mim mesma usando Pinterest.
E percebi uma coisa curiosa:
E percebi uma coisa curiosa:
eu também ignorava pins que pareciam:
• anúncio demais
• promessa demais
• exagero demais
• promessa demais
• exagero demais
Mas quando o pin parecia:
• útil
• simples
• natural
• “olha isso”
• descoberta
..eu clicava.
Foi aí que comecei a entender melhor quem estava do outro lado da tela.
O clique começou a mudar quando parei de tentar impressionar
• útil
• simples
• natural
• “olha isso”
• descoberta
..eu clicava.
Foi aí que comecei a entender melhor quem estava do outro lado da tela.
O clique começou a mudar quando parei de tentar impressionar
Essa foi a virada.
Eu parei de pensar:
“como faço esse pin chamar atenção?”
e comecei a pensar:
“isso parece uma descoberta real?”
Eu parei de pensar:
“como faço esse pin chamar atenção?”
e comecei a pensar:
“isso parece uma descoberta real?”
Essa pergunta mudou meus testes.
Porque agora o foco deixou de ser:
só gerar clique.
E passou a ser:
gerar um clique mais alinhado com o que a pessoa realmente queria encontrar.
O que comecei a fazer diferente
Porque agora o foco deixou de ser:
só gerar clique.
E passou a ser:
gerar um clique mais alinhado com o que a pessoa realmente queria encontrar.
O que comecei a fazer diferente
Depois disso:
• reduzi exagero
• simplifiquei visual
• deixei o texto mais claro
• comecei a mostrar mais utilidade
• parei de tentar parecer “especialista”
• reduzi exagero
• simplifiquei visual
• deixei o texto mais claro
• comecei a mostrar mais utilidade
• parei de tentar parecer “especialista”
E sinceramente?
Foi aí que o Pinterest começou a parecer mais leve.
Mais natural.
Mais próximo do jeito que as pessoas realmente usam a plataforma.
O problema nunca foi só quantidade de clique
Foi aí que o Pinterest começou a parecer mais leve.
Mais natural.
Mais próximo do jeito que as pessoas realmente usam a plataforma.
O problema nunca foi só quantidade de clique
Hoje eu entendo isso muito mais claramente.
Mais clique nem sempre significa:
• mais interesse
• mais intenção
• mais chance de venda
• mais interesse
• mais intenção
• mais chance de venda
Às vezes:
menos clique…
mas mais alinhado…
vale muito mais.
E foi isso que começou a mudar meus testes.
No começo eu queria muito encontrar alguém explicando isso sem transformar tudo em marketing complicado ou promessa exagerada.
Então resolvi organizar o que venho aprendendo e ajustando no Pinterest em um
menos clique…
mas mais alinhado…
vale muito mais.
E foi isso que começou a mudar meus testes.
No começo eu queria muito encontrar alguém explicando isso sem transformar tudo em marketing complicado ou promessa exagerada.
Então resolvi organizar o que venho aprendendo e ajustando no Pinterest em um
guia completo, junto com materiais extras que ajudam a entender melhor o que realmente faz diferença hoje.
👉 [Acesse Agora]
FAQ
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Então clique alto não significa que o pin está bom?
Nem sempre. O número pode parecer bom, mas o mais importante é entender o tipo de pessoa que aquele pin está atraindo.
O Pinterest funciona melhor com pins simples?
Na maioria das vezes, sim. Principalmente quando o pin parece natural, claro e fácil de entender rápido.
O problema pode estar no artigo ou na página?
Pode também. Mas muitas vezes o problema começa na expectativa criada pelo próprio pin.
O Pinterest vende sozinho?
Não. Mas ele pode trazer pessoas muito mais abertas para descobrir produtos, ideias e soluções.
Nem sempre. O número pode parecer bom, mas o mais importante é entender o tipo de pessoa que aquele pin está atraindo.
O Pinterest funciona melhor com pins simples?
Na maioria das vezes, sim. Principalmente quando o pin parece natural, claro e fácil de entender rápido.
O problema pode estar no artigo ou na página?
Pode também. Mas muitas vezes o problema começa na expectativa criada pelo próprio pin.
O Pinterest vende sozinho?
Não. Mas ele pode trazer pessoas muito mais abertas para descobrir produtos, ideias e soluções.
Sinceramente, eu queria muito ter encontrado alguém explicando tudo isso de um jeito mais simples quando comecei.
Sem exagero.
Sem promessa impossível.
Sem transformar tudo em marketing complicado.
Sem promessa impossível.
Sem transformar tudo em marketing complicado.
Então resolvi organizar o que venho aprendendo, testando e ajustando no Pinterest em um guia completo, junto com materiais extras que podem ajudar outras pessoas a enxergarem esse caminho com muito mais clareza e menos tentativa no escuro.
→Porque hoje eu percebo o quanto teria sido mais leve começar já entendendo tudo isso, sem precisar passar por tanta tentativa, erro e frustração sozinha.

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